O mais novo livro de A. Zarfeg tem o mesmo nome da coluna mantida por ele, nos últimos dois anos, no Teixeira News – ZARFEGUIAN@S. A obra é dedicada aos editores do site: Átila Borborema e Ronildo Brito.
“São opiniões sobre temas diversos, como política, literatura, cultura e atualidades, através de artigos, crônicas e outras provocações. Como me nego a aceitar o mundo como me é apresentado, reflito, escrevo e provoco sem medo de ser feliz”, escreveu o autor na orelha do livro. E acrescentou: “É o meu lado jornalista falando mais alto”.
O livro – que sai pelo Clube de Autores, responsável também pela publicação do livro de contos de Zarfeg “A primeira vez de Z.” – não poderia ter um título mais feliz. Afinal, ZARFEGUIAN@S traz a marca do autor que escreve com a desenvoltura dos que conhecem bem a difícil arte da escrita. De posse de um texto primoroso, seja como jornalista, escritor ou poeta, Zarfeg segue produzindo intensamente, refletindo, poetando, proseando, concordando ou discordando, mas sempre se posicionando de maneira crítica diante dos acontecimentos.
Para quem não sabe, Zarfeg é autor também do livro de poemas “Água Preta” e da coletânea de crônicas “Rápidos & Diretos”. No entanto, a produção mais significativa dele permanece inédita, a exemplo do livro de poemas “Respublica etcétera”, que será editado em 2010. A título de curiosidade, o livro seria publicado em 2000, ano das comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil, mas acabou não saindo. Melhor para o autor perfeccionista que teve tempo de sobra para cortar excessos, enxugar versos e acrescentar novidades à obra.
Além disso, Zarfeg tem na gaveta de guardados o livro de contos “Rurais” e o infantil “L de Luppy”. Uma curiosidade: todos os capítulos do infantil já foram adaptados e musicados por Clauduarte Sá, cantor e compositor baiano que vive nos Estados Unidos. Neste momento, Zarfeg está concentrado na redação de “Uma besta plena de palavras”, uma história um tanto absurda cujo gênero ainda não é possível definir.
Quem acompanha a trajetória literária de Zarfeg – como a professora Enelita Freitas e a filósofa Vanilda Silva – sabe que o itanheense é um obcecado pela literatura e não vai sossegar até produzir o livro da sua vida. “Tudo que escrevi até agora não passa de ensaio, de biscoito, para a construção da minha pirâmide literária”, confessa o autor, citando Guimarães Rosa.
Vamos combinar o seguinte: enquanto a obra-prima zarfeguiana não fica pronta, que tal usufruirmos os textos deste ZARFEGUIAN@S? Adquira o livro aqui.
Da redação TN |
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